Letramento e Alfabetização em matemática: entre concepções e prescrição curricular

Palavras-chave: Letramento, Alfabetização, Educação Matemática, Programa Mais Alfabetização, Currículo

Resumo

Este artigo, tendo por foco o letramento e a alfabetização em matemática, define por objetivo geral analisar a prescrição das competências de alfabetização sob a perspectiva do letramento em matemática. Visando identificar características de superação dos desafios apresentados no processo de alfabetização vis a vis as competências consolidadas pelas crianças nesse ciclo, a presente investigação analisou a correlação dessas competências com as prescrições de alfabetização em Língua Portuguesa descritas na Matriz de Referência do Programa Mais Alfabetização. Para compreender essa dimensão da política nacional de alfabetização, realizou-se um estudo documental, que entrelaça o discurso do programa em tela e os discursos acadêmicos sobre o tema. Os resultados apontam que as habilidades prescritas na Matriz de Referência analisada direcionam a avaliação da aprendizagem para a alfabetização matemática, estando latente a abordagem das aprendizagens do letramento matemático apenas nas habilidades que remetem para a resolução de problemas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Adriana Cavalcanti dos Santos, Universidade Federal de Alagoas
Pós-Doutora em Ciências da Educação pela Universidade do Porto - Portugal, sob supervisão da Professora Catedrática Carlinda Leite (2018-2019). Possui graduação em Pedagogia pela Universidade de Pernambuco (2003), graduação em Letras - Autarquia de Ensino Superior de Arco Verde (1998), Especialista em Avaliação Educacional de Língua Portuguesa, pela Universidade Federal de Pernambuco, Especialista em Conteúdos Programáticos de Língua Portuguesa e Mestra em Educação pela Universidade Federal de Alagoas (2006). Em 2014, concluiu seu doutorado em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Atualmente é Professora Adjunta da Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, Linguagem e Formação de Professores, atuando principalmente nos seguintes temas: Alfabetização e Letramento; Leitura e produção; e Saberes e Metodologia da Língua Portuguesa. É líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Didáticas de Leitura, da Literatura e da Escrita (GELLIT).
Silvana Paulina de Souza, Universidade Federal de Alagoas
Professora efetiva da Universidade Federal de Alagoas - Campus Maceió, setor de Planejamento, Currículo e Avaliação. Professora do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática, linha de Pesquisa: Saberes e Práticas Docentes. Possui graduação em Educação Artística pela Universidade de Marília (1991), graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1994), Mestrado (2009) e doutorado (2013) em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Foi professora efetiva da Secretaria Municipal da Educação de Marília, exerceu a função de Assistente Técnica de Área de Ensino Fundamental. Professora de Educação Artística da rede Estadual de Ensino (Estado de São Paulo).Tem experiência na área de Educação com ênfase na sala de aula, atuando principalmente nos seguintes temas: teoria histórico-cultural, educação, ensino - aprendizagem, leitura e escrita, prática pedagógica e projetos pedagógicos.
Vanessa da Silva Alves, Universidade Federal de Alagoas
Mestra pelo Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática da Universidade Federal de Alagoas (2012). Especialista em Metodologia no Ensino de Matemática e Física pela Faculdade Internacional de Curitiba (2010). Graduada em Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas (2008). Professora Assistente da Universidade Federal de Alagoas - UFAL - Campus de Arapiraca, atuante na área de Saberes e Metodologias do Ensino de Matemática. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Ensino de Matemática.
Iracema Campos Cusati, Universidade de Pernambuco - UPE
Licenciada e Bacharel em Matemática pela Universidade Federal de Viçosa (1992), Mestre em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (1999) e Doutora na área de Didática, Teorias de Ensino e Práticas Escolares pela Faculdade de Educação da USP (2013). Professora Adjunta do Colegiado de Matemática da Universidade de Pernambuco - UPE e Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Formação de Professores e Práticas Interdisciplinares (PPGFPPI) - Mestrado Profissional, da Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Métodos e Técnicas de Ensino, atuando principalmente nos seguintes temas: História da Educação Matemática, Ensino-aprendizagem de Matemática, Didática da Matemática, Avaliação Educacional, Docência no Ensino Superior, Formação de Professores para a Diversidade Cultural e Educação a Distância. Atualmente pesquisa sobre Formação de Professores na perspectiva Intercultural com foco em Internacionalização da Educação Superior e em Avaliações da Educação Superior Intercultural na América Latina. Membro afiliado da Rede CpE, atua como Parecerista ad-hoc em eventos científicos da FEA/USP nas áreas de Matemática e Educação.
Maria das Graças Gonçalves Vieira Guerra, Universidade Federal da Paraíba - UFPB
É Pós-Doutora pela Universidade do Porto - Portugal, sob supervisão da Professora Catedrática Carlinda Leite (2019). Possui Doutorado em Educação (UFPB-2007), Mestrado em Administração (UFPB-2003), Bacharelado em Ciências Contábeis (UFPB-2000) e Licenciatura em Pedagogia (UNIGRAN-EaD-2012). Atualmente é Professora Associada II do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba, Professora dos quadros permanentes dos Programas de Pós-Graduação em Educação (PPGE) e de Políticas Públicas, Gestão e Avaliação da Educação Superior (MPPGAV) da UFPB. É Coordenadora de Tutoria do curso de Pedagogia da Unidade de Ensino a Distância (UEaD) da UFPB. É filiada à Entidade Nacional de Pesquisa - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED). É Avaliadora ad doc de Cursos Superiores na Área de Ciências Contábeis e Pedagogia (BASIS/INEP/MEC). Líder do Grupo de Pesquisa em Avaliação da Educação Superior- GAES-CNPq, que abarca investigações do campo na área de avaliação da educação superior, perpassado pelas políticas públicas, gestão e práticas educativas e participa da comunidade de prática de investigação - Currículo, Avaliação, Formação e Tecnologias educativas (CAFTe) - do Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (Portugal). Integrou a Comissão de Avaliação de Propostas de Cursos Novos (APCN), Área de Educação-2019, na CAPES, em Brasília/DF. Foi Coordenadora Pró-tempore e Vice Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas, Gestão e Avaliação da Educação Superior da UFPB. Foi Coordenadora Pró-tempore do curso de Pedagogia EaD da UAB-UFPB. Foi Professora da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (2009-2015). Prestou Consultoria para a UNESCO/MEC, na área de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em avaliação, atuando principalmente nos seguintes temas: avaliação da educação superior (SINAES), estudos e pesquisas em políticas educacionais relativas às questões de avaliação e políticas públicas nos processos de formulação, implementação e avaliação das ações educacionais. Trabalha ainda, com a temática educação a distância com foco na Universidade Aberta do Brasil (UAB), na perspectiva de política pública de formação e capacitação docente e/ou discente. Coordenou vários projetos de pesquisa, individuais e em equipe, financiados pelo CNPq, CAPES e FACEPE.

Referências

AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, 1982.

BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. 6. ed. São Paulo: Hucitec, 1992.

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

BALL, S. Reformar escolas/reformar professores e os terrores da performatividade. Revista Portuguesa de Educação, p. 3-23, 2002.

BRASIL. Programa Mais Alfabetização. Portaria nº 142, de 22 de fevereiro de 2018a. Disponível em: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=23/02/2018&jornal=515&pagina=54 Acesso em: 20 fev. 2020.

BRASIL. Programa Mais Alfabetização. Programa mais alfabetização manual operacional do sistema de orientação pedagógica e monitoramento, 2018b. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/abril-2018-pdf/85691-manual-operacional-pmalfa-final/file. Acesso em 03 jan. 2020.

BRASIL. Programa Mais Alfabetização. Matriz de referência para avaliação somativa matemática – 1º ano do ensino fundamental, 2018c. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/brasilalfabetizado/matriz_referencia.pdf. Acesso em: 18 jan. 2020.

BRASIL. Programa Mais Alfabetização. Matriz de referência para avaliação somativa matemática – 2º ano do ensino fundamental. 2018d. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/brasilalfabetizado/matriz_referencia.pdf. Acesso em: 18 jan. 2020.

BRASIL. Avaliação Nacional da Alfabetização: documento básico. Brasília: INEP, 2013.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular do Ensino Fundamental. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 20 fev. 2020.

BRASIL. Ministério da Educação. Avaliação nacional da alfabetização (ANA): documento básico. Brasília: INEP, 2013.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº. 9394, 20 de dezembro de 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 10 jan. 2020.

BROUSSEAU, G. L’observation des activités didactiques. Revue française de pédagogie, n. 45, 1978.

BOLÍVAR, A. Melhorar os processos e os resultados educativos: O que nos ensina a investigação. OPorto: Gaia: Fundação Manuel Leão, 2012.

CELLARD, A. A análise documental. In: Poupart, J. et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis, Vozes, 2008.

CORREIA, J. C. Cidadania, comunicação e literacia midiática. Biblioteca on-line de ciências da comunicação, 2006. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/correia-joao-carlos-Media-Publico-Literacia.pdf Acesso em: 10 jan. 2020.

DANYLUK, O. S. Um estudo sobre o significado da alfabetização matemática. Dissertação (Mestrado em Educação) – UNESP – Rio Claro (SP): IGCE-UNESP, 1988.

D’AMBROSIO, U. Como ensinar matemática hoje? Temas e Debates. SBEM. Ano II. n. 2. Brasília. p. 15-19, 1989.

D'AMBROSIO, U. Literacia e materacia: objetivos da educação fundamental. Pátio: revista pedagógica, Porto Alegre, v. 1, n. 3, p. 22-26, 1998.

D'AMBROSIO, U. Literacy, matheracy, and technoracy: a trivium for today. Mathematical Thinking and Learning, Philadelphia, v. 1, n. 2, p. 131-153, 1999.

D'AMBROSIO, U. Reflexões sobre história, filosofia e matemática. Bolema: boletim de educação matemática, Rio Claro, n. 2, p. 42-60, 1992.

D'AMBROSIO, U. Sociedade, cultura, matemática e seu ensino. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 99-120, jan/abr. 2005.

DUVAL, R. Semiósis e pensamento humano: registros semióticos e aprendizagens intelectuais. Tradução: Lênio fernades Levy e Marisa Rosâni Abreu da Silveira. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009.

FERRAÇO, C. E. Cotidiano escolar, formação de professores(as) e currículo. São Paulo: Cortez, 2008.

FONSECA, M. C. F. R. Letramento no Brasil: habilidades matemáticas. São Paulo: Global, 2004.

GÓMEZ-GRANELL, C. A aquisição da linguagem matemática: símbolo e significado. In: Teberosky, A.; Tolchinski, L. (Orgs.). Além da Alfabetização. São Paulo: Editora Ática, 1995.

HARGREAVES, A. Os professores em tempos de Mudança. Portugal: McGraw-Hill, 1998.

LEITE, C.; FERNANDES, P. Desafios aos professores na construção de mudanças educacionais e curriculares: que possibilidades e que constrangimentos? Educação - PUCRS, 33(3), p.198-204, 2010. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/view/8076. Acesso em 20 fev. 2020.

LEITE, C.; FERNANDES, P.; FIGUEIREDO, C. Challenges of curricular contextualisation: teachers’ perspectives.. The Australian Educational Researcher, p. 435-453, 2018. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s13384-018-0271-1. Acesso em 20 fev. 2020.

LORENZATTO, S. (Org.). O laboratório de ensino de matemática na formação de professores. 3. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2012.

MACHADO, N. J. Matemática e Língua Materna: análise de uma impregnação mútua. São Paulo: Cortez, 1990.

MAINARDES, J. A organização da escolaridade em ciclos e as políticas de currículo. Revista e-curriculum, São Paulo, v.7 n.1 Abril/2011. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/viewFile/5644/3988. Acesso em 20 fev. 2020.

MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. 2. ed. Rio de Janeiro: Parabola, 2008.

MARIANI, M.; QUARTIERI, M. T. Interpretação cartográfica associada a investigação matemática: possibilidade de fomentar a escrita e o ensino de conceitos matemáticos. REnCiMa, v.10, n.5, p.151-170, 2019. Disponível em: http://revistapos.cruzeirodosul.edu.br/index.php/rencima/article/view/1715/1172. Aces- so em: 18 out. 2020.

MORAES, R.; GALIAZZI, M. C. Análise Textual discursiva. 3. ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 2016.

MORAN, J. M.; MASETTO, M.; BEHRENS, M. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 7. ed., Campinas: Papirus, 2003.

MORAN, J. M., MASETTO, M. T. et al. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 21.ed. rev. e atual. – Campinas, SP: Papirus, 2013.

MOREIRA, M. A. O construtivismo de Vygotsky. In: Moreira, Marcos Antônio. Subsídios teóricos para o professor pesquisador em ensino de ciências: comportamentalismo, construtivismo e humanismo. Porto Alegre, p. 19-24, 2009.

RIBEIRO, F. D. Jogos e Modelagem na Educação Matemática. Curitiba: IBEPX, 2008.

ROLDÃO, M. C.; ALMEIDA, S. Gestão curricular para a autonomia das escolas e dos professores. Direção-Geral de Educação. Portugal, 2018.

SADOVSKY, P. O ensino de matemática hoje: enfoques, sentidos e desafios. Trad. Antônio de Padua Danesi. São Paulo: Ática, 2010.

SILVA, A. G. G. R.; MIRANDOLI, P. R. Construtivismo e letramento: um novo olhar para o ensino da matemática. ArqMundi, 2007.

SALMAZO, R. Atitudes e procedimentos de alunos frente à Leitura e Interpretação de textos nas aulas de Matemática. Dissertação de Mestrado. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2005.

SANTOMÉ, J. T. Currículo escolar e justiça social: o Cavalo de Troia da Educação. Porto Alegre: Penso, 2013.

SANTOS, A. C. Práticas cotidianas de leitura na Educação de Jovens e Adultos no (entre)laçamento de uma cultura docente. Revista em Estudos em Língua e Literatura Interdisciplinar, jan-jun., p.175-190, 2017. Disponível em: https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/issue/view/573/showToc Acesso em: 18 ago. 2020.

SANTOS, A. C. et al. Formação do professor-alfabetizador no movimentum de uma gestão curricular ativa. Revista Espacios, p. 30-38., out. de 2018. Disponível em: http://www.revistaespacios.com/a18v39n43/18394330.html Acesso em: 18 out. 2020.

SANTOS, A. C.; LEITE, C. Políticas curriculares em Portugal: fronteiras e tensões entre prescrição, autonomia e flexibilidade, Currículo sem Fronteiras, v. 18, n. 3, p. 836-856, set./dez., 2018. Disponível em: http://www.curriculosemfronteiras.org/vol18iss3articles/santos-leite.pdf . Acesso em: 18 set. 2020.

SCHOENFELD, A. Porquê toda esta agitação acerca da resolução de problemas? In: Abrantes, L. P.; Leal, C.; Ponte, J. P. (Eds.). Investigar para aprender matemática. Lisboa: APM e Projecto MPT, p. 61-72, 1996. (Artigo originalmente publicado em 1991 na revista ZDM).

SILVA, T. T. A produção social da identidade e da diferença. In: Silva, T. T. (Org.) Identidade e diferença: a perspectiva dos Estudos Culturais. Petrópolis: Vozes, 2000.

SMOLE, K. S.; DINIZ, M. I.; MILANI, E. Jogos de Matemática: do 6° ao 9° ano. Porto Alegre: Artmed, 2007.

SKOVSMOSE, O. Desafios da reflexão em educação matemática crítica. Campinas: Papirus, (2008.

SKOVSMOSE, O. Educação crítica: incerteza, matemática, responsabilidade. São Paulo, Cortez, 2007.

SKOVSMOSE, O. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, 2001.

SOARES, M. Alfabetização e letramento. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2011.

STREET, B. V. Literacy in theory and practice. Cambridge: Cambridge University Press, 1984.

STREET, B. V. Políticas e práticas de letramento na Inglaterra: uma perspectiva de letramentos sociais como base para uma comparação com o Brasil. Cadernos CEDES, 33(89), p.51-71, 2013. Disponível em: https://dx.doi.org/10.1590/S0101-32622013000100004. Acesso em: 10 mar. 2020.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.

TRINDADE, R.; COSME, A. A diferenciação curricular e pedagógica como um desafio epistemológico. Caderno de Pesquisa: Pensamento Educacional, Curitiba, v.9, n. 23, p. 21-42, 2014. Disponível em: https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/342 . Acesso em: 22 mar. 2019.

YANEZ, J. C. Resolução e proposição de problemas. REnCiMa, v.9, n.1, p.158-169, 2018. Disponível em: http://revistapos.cruzeirodosul.edu.br/index.php/rencima/article/view/1468. Acesso em: 18 ago. 2020.

YOUNG, M. F. D. Teoria do currículo: o que é e por que é importante. Cadernos de Pesquisa, 44(151), p.190-202, 2014. Disponível em: https://dx.doi.org/10.1590/198053142851. Acesso em: 22 jan. 2020.

Publicado
2020-10-18
Como Citar
SANTOS, A. C. DOS; SOUZA, S.; ALVES, V.; CUSATI, I. C.; GUERRA, M. DAS. Letramento e Alfabetização em matemática: entre concepções e prescrição curricular. Revista de Ensino de Ciências e Matemática, v. 11, n. 6, p. 462-480, 18 out. 2020.
Seção
Artigos Gerais